quinta-feira, 7 de maio de 2015

Subidas e escadarias: treinando para altitudes elevadas

Além dos muitos quilômetros que vamos percorrer de carro, também teremos alguns kms de trekkings ao longo da expedição. Destaque para a trilha de Santa Maria até Águas Calientes e de Huayna Picchu (montanha dentro do parque de Machu Picchu), ambas no Peru, e a subida ao vulcão Licancabur, na divisa da Bolívia com o Chile.

Pensando nesses maiores desafios (o primeiro a 2.040 metros de altitude, o segundo a 2.720 metros e o terceiro a 5.900 metros), estamos intensificando, na medida do possível, nossos treinamentos físicos. Afinal, quanto mais alto estivermos acima do nível do mar, menor é a disponibilidade de oxigênio, o que consequentemente aumenta o cansaço e dificulta o esforço físico. A vantagem é que, quando encararmos esses desafios, já estaremos mais aclimatados às grandes altitudes da região dos Andes.

Por outro lado, tivemos pouco tempo para nos preparar fisicamente. Mas estamos correndo atrás do tempo perdido. Para evitar ao máximo indisposições e aumentar nossa resistência, sob a orientação do educador físico e integrante do Projeto N.E.R.A. 4x4, Paulo Márcio Cassini, estamos enfrentando como parte do treinamento escadarias e ruas íngremes, além de alguns quilos de ferros a mais na musculação.

Para o treinamento aeróbico, que vai melhorar nossa capacidade pulmonar e cardiovascular para o pouco oxigênio das elevadas altitudes, estamos praticando corridas na rua e na esteira, caminhadas em subidas de grande inclinação pela cidade e também na esteira no modo inclinado, além de subidas de escadas pelos bairros da cidade. Para garantir mais força muscular (vamos carregar peso nos trekkings) e nos prevenir contra possíveis lesões, estamos intensificando também a atividade anaeróbica (musculação).

E se ainda assim precisarmos de uma mãozinha para enfrentar o terreno arenoso do vulcão Licancabur, os altos degraus de Machu Picchu e os obstáculos da trilha até Águas Calientes, contaremos com o famoso chá da folha de coca, disponível em todos os cantos do Peru e da Bolívia. ;)









quarta-feira, 6 de maio de 2015

Febre amarela: integrantes do Projeto N.E.R.A. 4x4 estão protegidos!

Sabia que para evitar a infecção de Febre Amarela, no Peru e na Bolívia, os integrantes do Projeto N.E.R.A 4x4 tiveram que ser vacinados?
Para atravessar a fronteira de alguns países, via terra, mar ou até mesmo pelo o ar, é exigida a vacina contra a febre amarela.
A febre amarela é uma doença infecciosa que geralmente é adquirida quando uma pessoa não vacinada entra em áreas de transmissão silvestre (regiões de cerrado, florestas). Para que isto ocorra, é necessário que um mosquito pique uma pessoa infectada e, após o vírus ter se multiplicado, pique um indivíduo que ainda não teve a doença e não tenha sido vacinado.
Certificado Internacional de Vacinação é item obrigatório
Os sintomas da iniciais da Febre Amarela são:
febre alta de início súbito, sensação de mal estar, dor de cabeça, dor muscular, cansaço e calafrios. Em algumas horas podem surgir náuseas, vômitos e, eventualmente diarréia.
Para a comprovação da vacinação, o Certificado Internacional de Vacinação pode ser exigido para os viajantes que tenham como destino (ou sejam provenientes de) países com áreas de risco de febre amarela. Veja aqui em quais países a vacina é obrigatória.
Recomendamos que sejam cuidadosamente seguidas as medidas de proteção contra as doenças transmitidas por insetos. Estas recomendações são maiores quando o destino for áreas rurais ou de florestas.
Para a emissão do Certificado Internacional é imprescindível a assinatura do viajante (o que torna obrigatória a sua presença no local de retirada) e a apresentação do documento de identidade e do cartão de vacina nacional. Em Belo Horizonte, ele pode ser emitido no Centro de Atenção à Saúde do Viajante (Rua Paraíba, 890, Savassi). Telefone: 31 3246-5026.
O Centro de Atenção à Saúde do Viajante também recomendou o uso constante de repelente, na Bolívia e no Peru, para evitar a picada do mosquito da Malária.